Assim como o mundo evoluiu, os meios de comunicação também evoluíram, Leia mais »

Reunião de Grupo/ Viver Igreja

A reunião de grupo é o instrumento que o cursilho nos oferece para iniciar uma vida comunitária cristã e assim assegurar a nossa conversão progressiva e a fermentação evangélica dos ambientes. Leia mais »

Reunião de Grupo… Quer participar?

A reunião de grupo é o instrumento que o cursilho nos oferece para iniciar uma vida comunitária cristã e assim assegurar a nossa conversão progressiva e a fermentação evangélica dos ambientes. Venham participar conosco. Decolores Leia mais »

Novos Decolores.

117º Cursilho Masculino da Diocese de Anápolis Leia mais »

ESCOLA DE DIRIGENTES

Escola de Dirigentes em novo endereço Leia mais »

Ser santo; isso é possível.

O Papa Francisco promulgou nesta sexta-feira, 9, o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Paulo VI. Leia mais »

 

Maria nossa Mãe

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Mãe amada e Santíssima, o mundo se alegra por poder celebrar o dia das mães nesse mês de maio, mês esse em que podemos comemorar também muitos títulos atribuídos a ti, mas hoje me alegro mais ainda por poder falar um pouquinho contigo, embora eu saiba que todas as palavras que eu venha dizer nesse texto são nada diante da tua grandiosidade, mas aceite-as com carinho.

Inicialmente mãezinha, quero te agradecer pelo teu SIM, o sim que mudou o rumo de nossas vidas, às vezes fico a pensar: será que Deus teria escolhido outra mulher se não tivesses aceitado a Sua proposta? Sei não, prefiro me ater ao teu SIM que é para mim o sim do amor, o sim que ensina que anima que é para nós um modelo e um exemplo a seguir, o exemplo do servir…

Reality shows: será que devo assistir?

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A sensação é de que brincam com nossos instintos

“Se você acha que o José deve ser eliminado disque 0800 tra-la-lá, tra-la-lá. Mas se você acha que o eliminado deve ser o Mané disque 0800 tre-le-lé, tre-le-lé. Decida quem será o eliminado desta noite”.

Não sou um rapaz tão velho, também não sou novinho, mas nos últimos anos, nunca ouvi tanto – sobretudo na TV – o verbo “eliminar”. Talvez levaram para a telinha uma cultura que há anos o ser humano vem fazendo com o seu próximo, o que me leva a recordar uma máxima de Tomas Hobbes: “O homem é o lobo do homem”.

Cá entre nós, não sei mais que reflexão fazer dos programas de televisão como os “reality shows”, que a cada dia mais confinam pessoas em casas, fazendas e ônibus, como a única alternativa de atrair os telespectadores e arrecadar milhões dos patrocinadores e do público. Mas penso também que esses programas são apenas expressão de uma sociedade que já não reflete.

A sensação é de que zombam de nossos sentimentos e brincam com nossos instintos. Você se torna o pré-adolescente que ficou lá atrás, aquele mesmo que espiava a vizinha pela janela todos os dias, buscando algo diferente. Mas agora a janela é a sua sala, e você não está sozinho, pois ao seu lado está sua filha, seu filho, seu(a) esposo(a), seus netos…

Não importa a cena, se é de briga com palavrões e “piiii” ou algo se mexendo debaixo do edredom, não importa se há uma criança na sala ou um idoso, você está curioso e não pode esperar a próxima oportunidade para dar uma “espiadinha na casa”. Semana a semana, o seu telefone se torna como a “maçã do paraíso”, quase impossível de resistir: “disque agora mesmo e decida quem será o eliminado da semana” diz o apresentador de TV com uma trilha sonora estilo Alfred Hitchcock de fundo.

Tenho a sensação de que estão se referindo a algum tipo de animal selvagem, briga de galo, corrida de lebre, mas não, se trata de seres humanos desesperados por dinheiro e fama tal qual as crianças da Somália por um prato de comida.

Conteúdo do programa? Não existe, pois querem a excitação dos instintos, da curiosidade, do que há de pior em nós. Você vai do céu ao inferno de capítulo em capítulo. Vira carrasco de si e dos outros a cada 0800. Pouco a pouco se torna parte da cultura da eliminação. Valores como perdão, amabilidade, mansidão e amor ao próximo se evaporam como chuva de verão em chão quente. Você se diz cristão, mas quando assuntos como aborto, eutanásia e pena de morte são expostos, já está lá, no seu inconsciente, um princípio de eliminação, e não fica difícil aceitá-los.

Você vê uma criança desnutrida debaixo de um viaduto, em um semáforo ou lixão, e nem imagina que também ela é fruto de um telefonema: “Basta ligar no 0800… o custo é de R$… por minuto”. Diz o apresentador zombando do seu senso de compaixão.

São programas tipo “reality shows” que esvaziam a nossa inteligência e provocam em nós uma imbecilidade crônica. Estão nos ensinando o bê-á-bá da burrice e da indiferença.

E você? Já eliminou alguém hoje?

“Com 43% dos votos o eliminado desta noite foi….”. Diz o apresentador da TV em nossas vidas.

Daniel Machado

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?e=12647

Santa Josefina Bakhita

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Hoje 8 de Fevereiro, celebramos o dia de Santa Josefina Bakhita

Santa irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa “afortunada”, não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou.

Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga deste de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo.

Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por Ele.

Com 21 anos, recebeu a graça do sacramento do batismo. Livremente, ela O acolheu e foi crescendo na vida de oração, experimentando o amor de Deus e se abrindo à ação do Espírito Santo.

Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região.

Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios, foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, “o meu Patrão”, ela dizia.

Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000.

Santa Bakhita, rogai por nós!

Quer saber um pouco mais sobre Santa Bakhita? Acesse pelo link abaixo.

http://www.dithcm.com/oracoes/bakhita/bakhita.htm

Indiferença

Até quando o mundo será indiferente à realidade que o cerca? Veja esse vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=PPmtHl0RBl0&feature=share

O que significa JHS na Hóstia

Eucaristia

Recebemos em nosso site essa pergunta: “O que significa JHS na Hóstia”? Então, além de responder ao nosso amigo Valdir que formulou a pergunta, deixamos também a informação à todos, essa é mais uma grande contribuição de nosso irmão Fábio Carlos que é seminarista e também Cursilhista.

Abraço e Decolores

JHS: Monograma de Cristo que significa “Iesus* Hominun Salvator” (Jesus Salvador dos Homens), e não Jesus Homem Salvador como alguns erroneamente traduzem.

Este monograma de Cristo corresponde as tres primeras letras de “Ihsus” que é como se escreve Jesus em grego (também aparece escrito como Ihcus). Grego esse no qual foram escritos os evangelhos de Marcos e Lucas.
O “J” em paleografia corresponde ao pronúncia do “I” na antiguidade, da mesma forma que o “V” era empregado como “U

Site: universocatolico.com.br