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Reunião de Grupo/ Viver Igreja

A reunião de grupo é o instrumento que o cursilho nos oferece para iniciar uma vida comunitária cristã e assim assegurar a nossa conversão progressiva e a fermentação evangélica dos ambientes. Leia mais »

Reunião de Grupo… Quer participar?

A reunião de grupo é o instrumento que o cursilho nos oferece para iniciar uma vida comunitária cristã e assim assegurar a nossa conversão progressiva e a fermentação evangélica dos ambientes. Venham participar conosco. Decolores Leia mais »

Novos Decolores.

117º Cursilho Masculino da Diocese de Anápolis Leia mais »

ESCOLA DE DIRIGENTES

Escola de Dirigentes em novo endereço Leia mais »

Ser santo; isso é possível.

O Papa Francisco promulgou nesta sexta-feira, 9, o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Paulo VI. Leia mais »

 

Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014

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Tema: Fraternidade e Tráfico Humano

Lema: É para a liberdade que Cristo nos libertou (Gl 5,1)

O objetivo geral da Campanha da Fraternidade de 2014 é “identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-las como violação da dignidade e da liberdade humanas, mobilizando cristãos e pessoas de boa vontade para erradicar este mal com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus”.

Objetivos específicos:

  • Identificar as causas e modalidades do tráfico humano e os rostos sofridos por esta exploração;
  • Celebrar o mistério da morte e ressurreição de Jesus Cristo, sensibilizando para a solidariedade e o cuidado às vitimas dessas práticas;
  • Suscitar, à luz da Palavra de Deus, a conversão que conduza ao empenho transformador desta realidade aviltante da pessoa humana;
  • Denunciar as estruturas e situações causadoras do tráfico humano;
  • Promover ações de prevenção e de resgate da cidadania dos atingidos;
  • Reivindicar, aos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas pelo tráfico humano na vida familiar, eclesial e social;

O Papa explica o sacramento da reconciliação

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Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

 Através dos Sacramentos da iniciação cristã, o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia, o homem recebe a vida nova em Cristo. Agora, todos sabemos disso, nós levamos essa vida “em vasos de barro” (2 Cor 4, 7), ainda estamos sujeitos à tentação, ao sofrimento, à morte e, por causa do pecado, podemos até mesmo perder a nova vida. Por isto o Senhor Jesus quis que a Igreja continuasse a sua obra de salvação também através dos próprios membros, em particular o Sacramento da reconciliação e aquele da Unção dos enfermos, que podem ser unidos sob o nome de “Sacramentos da cura”. O Sacramento da Reconciliação é um Sacramento de cura. Quando eu vou confessar-me é para curar-me, curar a minha alma, curar o coração e algo que fiz e não foi bom. O ícone bíblico que o exprime melhor, em sua profunda ligação, é o episódio do perdão e da cura do paralítico, onde o Senhor Jesus se revela ao mesmo tempo médico das almas e dos corpos (cfr Mc 2,1-12 // Mt 9,1-8; Lc 5,17-26).

1. O Sacramento da Penitência e da Reconciliação surge diretamente do mistério pascal. De fato, na própria noite de Páscoa, o Senhor aparece aos discípulos, fechados no cenáculo, e depois de ter dirigido a eles a saudação “A paz esteja convosco”, soprou sobre eles e disse: “Recebeis o Espírito Santo. Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados” (Jo 20,21-23). Esta passagem nos revela a dinâmica mais profunda que está contida neste Sacramento. Antes de tudo, o fato de que o perdão dos nossos pecados não é algo que podemos dar a nós mesmos. Eu não posso dizer: perdoo os meus pecados. O perdão se pede, se pede a uma outra pessoa e na Confissão pedimos o perdão a Jesus. O perdão não é fruto dos nossos esforços, mas é um presente, é um dom do Espírito Santo, que nos enche com a misericórdia e a graça que surge incessantemente do coração aberto de Cristo crucificado e ressuscitado. Em segundo lugar, recorda-nos que somente se nos deixamos reconciliar no Senhor Jesus com o Pai e com os irmãos podemos estar verdadeiramente na paz. E todos sentimos isso no coração quando vamos confessar-nos, com um peso na alma, um pouco de tristeza; e quando recebemos o perdão de Jesus estamos em paz, com aquela paz da alma tão bela que somente Jesus pode dar, somente Ele.

Quando a humanidade perde o sentido do pecado

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     Quando Deus não está presente entre os homens, “perde-se o sentido do pecado”, e assim podemos fazer com que os outros paguem o preço da nossa “mediocridade cristã”. Foi o que afirmou há poucos dias o papa Francisco na sua homilia. 

     A escolha que fez o Rei Davi (2 Sam. 11) torna-se o espelho diante do qual o papa Francisco coloca a consciência de cada cristão. Davi se apaixona por Betsabeia, esposa de Urias, um dos seus generais, ele a toma e envia o marido para a linha de frente na batalha, causando sua morte e, de fato, perpetrando um assassinato. No entanto, o adultério e o homicídio, não o agitam muito. “Davi está diante de um grande pecado, mas ele não o vê como pecado”, observa o papa: “Não passa por sua mente pedir perdão. ´O que lhe vem em mente é: Como faço para corrigir isso?´”

“A todos nós pode ocorrer isso. Todos nós somos pecadores e todos nós somos tentados, e a tentação é o pão nosso de cada dia. Se qualquer um de nós dissesse: ´Mas eu nunca tive tentações´, ou você é um querubim ou você é um pouco estúpido, não é? Entenda-se… é normal na vida a luta, e o diabo não está tranquilo, ele quer a sua vitória. Mas o problema mais grave nessa passagem, não é tanto a tentação e o pecado contra o nono mandamento, mas é como Davi age. E Davi aqui não fala de pecado, fala de um problema que precisa resolver. Este é um sinal! Quando o Reino de Deus não existe, quando o Reino de Deus diminui, um dos sinais é que você perde o sentido do pecado”.

A imitação de Cristo

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     A Imitação de Cristo é um livro célebre que atravessou o tempo, tem a fama de ser o mais traduzido depois da Bíblia. Creio que a maioria já tenha ouvido falar desse livro ou até mesmo já o tenha pegado para ler ou folhear. Esse pequeno grande livro que hoje venho indicar é um velho amigo meu. Tinha 16 anos quando o li a primeira vez. Desejei ler “A Imitação de Cristo” ao descobrir que esse era o livro de cabeceira de Santa Terezinha, da qual eu já tinha uma profunda devoção. E como me fez bem a curiosidade de saber o tipo de leitura de Terezinha. 

     Durante os meus primeiros anos de conversão foi minha leitura espiritual, sempre o levava junto comigo para refletir algo durante a Adoração. Como é um escrito na época dirigido para monges, muitas vezes as propostas cristãs apresentadas parecem muito duras ou radicais. É sempre o convite de deixar todas as coisas do mundo para colocar Cristo no centro, imitar Cristo por meio da renúncia e da Cruz.

Ano Liturgico

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     O Ano Litúrgico é o “Calendário religioso”. Contém as datas dos acontecimentos da História da Salvação. Não coincide com o ano civil, que começa no dia primeiro de janeiro e termina no dia 31 de dezembro. O Ano Litúrgico começa e termina quatro semanas antes do Natal. Tem como base as fases da lua. Compõe-se de dois grandes ciclos: o Natal e a Páscoa. São como dois pólos em torno dos quais gira todo o Ano Litúrgico.

     O Natal tem um tempo de preparação, que é o Advento; e a Páscoa tem também um tempo de preparação, que é a Quaresma. Ao lado do Natal e da Páscoa está um período longo, de 34 semanas, chamado Tempo Comum. O Ano Litúrgico começa com o Primeiro Domingo do Advento e termina com o último sábado do Tempo Comum, que é na véspera do Primeiro Domingo do Advento. A seqüência dos diversos “tempos” do Ano Litúrgico é a seguinte:

      CICLO DO NATAL

      ADVENTO

      (Advento: Inicia-se o ano litúrgico. Compõe-se de 4 semanas. Começa 4 domingos antes do Natal e termina no dia 24 de dezembro. Não é um tempo de festas, mas de alegria moderada e preparação para receber Jesus.)

       Início: 4 domingos antes do Natal

      Término: 24 de dezembro à tarde

      Espiritualidade: Esperança e purificação da vida

      Ensinamento: Anúncio da vinda do Messias

      Cor: Roxa