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Ser santo; isso é possível.

O Papa Francisco promulgou nesta sexta-feira, 9, o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Paulo VI. Leia mais »

 

Ser santo; isso é possível.

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O Papa Francisco promulgou nesta sexta-feira, 9, o decreto sobre o milagre atribuído à intercessão do Venerável Servo de Deus Paulo VI (Giovanni Battista Montini). O Sumo Pontífice nasceu em 26 de setembro de 1897 em Concesio (Itália) e faleceu em Castelgandolfo (Itália) em agosto de 1978.

Leia mais:
::Vaticano reconhece milagre atribuído a Paulo VI

Na audiência concedida ao Prefeito para a Congregação da Causa dos Santos, Cardeal Angelo Amato, o Papa Francisco autorizou o Dicastério a comunicar que a celebração de beatificação acontecerá no dia 19 de outubro deste ano.

Foi também reconhecido o milagre ocorrido por intercessão do Venerável Luigo Caburlotto, sacerdote italiano fundador dos Instituto das Filhas de São José, nascido em Veneza em 1817. Além deste, o Vaticano também reconheceu as virtudes heróicas do padre Giacomo Abbondo nascido em Salomin, Itália em agosto de 1720; o padre Jacinto alegre Pujals espanhol, nascido em dezembro de 1874 e da mãe de família, Carla Barbara Colchen Carré de Malberg, francesa, nascida em abril de 1829 e Fundadora da Sociedade das Filhas de São Francisco de Sales.

http://noticias.cancaonova.com/vaticano-anuncia-beatificacao-do-papa-paulo-vi/

A Igreja Católica e o Trabalho Humano

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A INTERVENÇÃO DIRETA DA IGREJA CATÓLICA EM RELAÇÃO AO TRABALHO DO HOMEM

E O SENTIDO RELIGIOSO DO TRABALHO HUMANO

 

José Reinaldo Azarias Cavalcante (*)

Em homenagem e em referência ao DIA DO TRABALHO, o qual é comemorado no dia 1º de maio, apresento, a seguir, em linhas gerais, algumas simples considerações acerca da intervenção direta da Igreja Católica em relação ao trabalho do homem e do sentido religioso do trabalho humano, destacando, desde logo, que este simples artigo é fruto de considerável pesquisa que fiz a várias obras e documentos relacionados ao tema.

Considerando que o objetivo deste texto é homenagear o Dia do Trabalho, faz-se necessário, antes do mais, apresentar uma breve explanação a respeito da origem1 do referido dia.

E nesse passo devo dizer, inicialmente, que, com raras exceções nacionais, pode-se afirmar que a data de Primeiro de Maio é o Dia Universal do Trabalho. Em verdade, as suas origens remotas e longínquas encontram-se na luta dos operários da época pela obtenção de suas reivindicações e pela sua total liberação do domínio capitalista.

Ao contrário do que normalmente se pensa, não foi exclusivamente francesa a sua iniciativa; houve forte colaboração americana, com concomitância de origens. Tanto na França como nos Estados Unidos, como, de resto, por toda a parte, lutava-se ardentemente pela obtenção da jornada diária de oito horas de trabalho. Essa era a meta imediata. Foi com essa bandeira que a “Ordem dos Cavaleiros do Trabalho”, movimento sindical criado em 1869, conseguiu organizar-se e crescer.

Após a abolição da escravidão, esgotada a conquista das terras do Oeste, com a introdução da máquina em grande escala, por volta de 1880, ficaram afetadas profundamente as condições de trabalho nos Estados Unidos.

Tornava-se cada vez mais árdua a jornada diária de trabalho dos assalariados: enquanto a duração do trabalho era elevada ao máximo, os salários tornavam-se mais baixos, num círculo vicioso de fadiga permanente.

Em razão disso, por meio de uma convenção realizada pelos sindicatos operários, em Chicago, no mês de outubro de 1884, ficou resolvido que a jornada de oito horas por dia seria imposta ao patronato a partir de Primeiro de Maio de 1886.

Assim, a partir daquela data passou a existir, em terras americanas, o Dia do Trabalho.

Canonização de João Paulo II e João XXIII

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Aprofunde no conhecimento a cerca da canonização dos Papas João Paulo II e João XXIII…

http://noticias.cancaonova.com/especial/canonizacao-joaopauloii-joaoxxiii/

 

 

Conheça o significado da Quaresma

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     Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias , em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto. Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O “Glória”, o “Aleluia” e o “Te Deum”.

     Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.

    Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.

     Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.

    Por que a cor roxa?

     

Mensagem do Santo Padre para a Quaresma de 2014

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         Queridos irmãos e irmãs!

    Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

        A graça de Cristo

      Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, Se fez pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez conosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, excepto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).

    A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Baptista para O batizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E, todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).